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	<title>Festival Home Theatre &#187; 2013</title>
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	<description>Festival de cenas em casa</description>
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		<title>HT2013: A linguagem e a vida são uma coisa só #2</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2016 07:00:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Na última quarta-feira, 27 de março, dentro da programação do primeiro Home Theatre &#8211; Festival Internacional de Cenas em Casa, histórias de 18 jovens das comunidades Borel, Cantagalo e Cidade de Deus, viraram cenas da mostra &#8220;A linguagem e a vida são uma coisa só #2&#8243;. As 18 cenas são dirigidas por Kerry Michael, diretor do Theatre Royal Stratford East, e pela diretora Susanna Kruger e criadas em conjunto com 18 atores selecionados para o Festival.</p>
<p>Inspirada no livro &#8220;Cartas a um jovem poeta&#8221;, que reúne a correspondência do escritor alemão Rainer Maria Rilke ao aprendiz Franz Kappus, os atores foram encorajados a presentear cada jovem com uma cena.</p>
<p>O processo de criação começou na semana passada quando, ao longo de três dias, os atores conheceram os jovens. Depois disso, os atores se reuniram em grupos e listavam nove palavras, características das ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1587">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quarta-feira, 27 de março, dentro da programação do primeiro Home Theatre &#8211; Festival Internacional de Cenas em Casa, histórias de 18 jovens das comunidades Borel, Cantagalo e Cidade de Deus, viraram cenas da mostra &#8220;A linguagem e a vida são uma coisa só #2&#8243;. As 18 cenas são dirigidas por Kerry Michael, diretor do Theatre Royal Stratford East, e pela diretora Susanna Kruger e criadas em conjunto com 18 atores selecionados para o Festival.</p>
<p>Inspirada no livro &#8220;Cartas a um jovem poeta&#8221;, que reúne a correspondência do escritor alemão Rainer Maria Rilke ao aprendiz Franz Kappus, os atores foram encorajados a presentear cada jovem com uma cena.</p>
<p>O processo de criação começou na semana passada quando, ao longo de três dias, os atores conheceram os jovens. Depois disso, os atores se reuniram em grupos e listavam nove palavras, características das histórias ouvidas. Era preciso que cada ator, um por um, advinhasse de quem o grupo estava falando a partir das referências que eles trouxeram para a história.</p>
<p>Foi com base nessa lista que Cleber Salgado, 34 anos, montou a partituta textual e gestual de Welbert Coni, coordenador do Estilo Favella, da Cidade de Deus. &#8220;Era quem eu queria!&#8221;, diz o ator, que se emocionou com a relação que o jovem tem com a família.</p>
<p>Para a diretora Susanna Kruger, um festival como esse permite que as pessoas possam ouvir as histórias das outras. &#8220;É um projeto transformador, que não diz como o teatro deve ser feito a partir de agora, mas abre uma nova possibilidade&#8221;, afirma Susanna, que acredita que o pouco tempo de trabalho traz mais foco para criação do ator.</p>
<p>&#8220;É uma grande responsabilidade representar esse jovem, na primeira edição desse Festival. Se der certo, é a nossa cara que está aí! É uma resposta para cidade!&#8221;, diz o ator Paulo Rhasta, impressionado pelo orgulho dos jovens ao contar suas histórias. &#8220;Mesmo as histórias tristes não eram contadas com pena&#8221;, completa Paulo.</p>
<p>A possibilidade de sair de um palco convencional para atuar em outros espaços também abre novas maneiras de construir uma cena. Os atores visitaram as casas desses jovens para conhecerem os espaços onde suas histórias devem acontecer.</p>
<p>Na noite de ontem, duas casas no Cantagalo, três no Complexo do Borel e treze casas na Cidade de Deus abriram suas portas para atores e convidados.</p>
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		<title>Mostra Premiados</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 21:11:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Neste sábado, 30 de março, Bruno de Sousa, vencedor na categoria Melhor Cena por &#8216;Benedita&#8217;, e Raquel Rocha, vencedora na categoria Melhor Interpretação por &#8216;A vida das palavras de Stela do Patrocínio&#8217;, se apresentam em sessão especial na &#8216;Mostra Premiados&#8217; do Festival Home Theatre, às 20h, em Santa Teresa e no Jardim Botânico. Cada um levou para casa um prêmio de R$ 5 mil e o troféu do primeiro festival internacional de cenas em casa do Rio de Janeiro.</p>
<p>Para concorrer a ingressos para as apresentações, envie um e-mail com o assunto &#8220;Eu quero&#8221; para contato@festivalhometheatre.com.br</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, 30 de março, Bruno de Sousa, vencedor na categoria Melhor Cena por &#8216;Benedita&#8217;, e Raquel Rocha, vencedora na categoria Melhor Interpretação por &#8216;A vida das palavras de Stela do Patrocínio&#8217;, se apresentam em sessão especial na &#8216;Mostra Premiados&#8217; do Festival Home Theatre, às 20h, em Santa Teresa e no Jardim Botânico. Cada um levou para casa um prêmio de R$ 5 mil e o troféu do primeiro festival internacional de cenas em casa do Rio de Janeiro.</p>
<p>Para concorrer a ingressos para as apresentações, envie um e-mail com o assunto &#8220;Eu quero&#8221; para contato@festivalhometheatre.com.br</p>
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		<title>Segunda noite da Mostra Homenagem</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 00:29:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>As águas de março voltaram a surpreender a produção do Festival Home Theatre, na noite de ontem (24). Após a montagem da estrutura de projeção e luz no quintal da editora Isabel Diegues, uma chuva tornou a cair no bairro do Horto, exatamente como no dia anterior, nas apresentações da “Mostra Homenagem”, na casa do escritor e colunista Francisco Bosco.</p>
<p>Com isso, as montagens de “Solano Trindade e suas negras poesias”, da Cia Capulanas (SP), e “O caso da vara”, da Cia do Invisível (RJ), foram transferidas para o interior do imóvel. </p>
<p>Após as encenações, os espectadores confraternizaram, e bateram um papo com a produção, e com os artistas.  </p>
<p>- Eu fiquei muito comovida de receber vocês aqui. Tive vontade de chorar em vários momentos. Em 20 minutos, os dois grupos falaram de questões super  pontuais – disse Isabel ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1572">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As águas de março voltaram a surpreender a produção do Festival Home Theatre, na noite de ontem (24). Após a montagem da estrutura de projeção e luz no quintal da editora Isabel Diegues, uma chuva tornou a cair no bairro do Horto, exatamente como no dia anterior, nas apresentações da “Mostra Homenagem”, na casa do escritor e colunista Francisco Bosco.</p>
<p>Com isso, as montagens de “Solano Trindade e suas negras poesias”, da Cia Capulanas (SP), e “O caso da vara”, da Cia do Invisível (RJ), foram transferidas para o interior do imóvel. </p>
<p>Após as encenações, os espectadores confraternizaram, e bateram um papo com a produção, e com os artistas.  </p>
<p>- Eu fiquei muito comovida de receber vocês aqui. Tive vontade de chorar em vários momentos. Em 20 minutos, os dois grupos falaram de questões super  pontuais – disse Isabel Diegues, completando que a ideia de circulação, e os modos de viver são fundamentais para criarmos uma identidade individual e coletiva.  </p>
<p>O diretor da Cia do Invisível, Alexandre Damascena, comentou porque o grupo resolveu trabalhar com teatro em casa. </p>
<p>- Mais do que não ter teatro, o problema é que os moradores das periferias não frequentam esses espaços. Por isso nós resolvemos fazer arte na casa das pessoas. Nós queremos rediscutir os espaços, e entrar em cartaz em todas as casas – afirmou. </p>
<p>Para Marcus Faustini, idealizador do Primeiro Festival Internacional de Cenas em Casas do Rio de Janeiro, o gesto estético desse projeto, é o gesto da ação no território. </p>
<p>O ator e diretor Johayne Hildefonso, que estava na plateia, engrossou o caldo, e relatou que essa sempre foi uma das funções do teatro. </p>
<p>- Desde o princípio, a função do teatro é política. Chegou uma hora em que esqueci que não estava em um teatro. Fiquei muito dentro dos trabalhos – contou ele. </p>
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		<title>Vencedores da Mostra Competitiva</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 01:34:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Festival Home Theatre tem o prazer de anunciar os vencedores da primeira edição do Festival Internacional de Cenas em Casa. O júri deu a carioca Raquel Rocha o prêmio de melhor interpretação pela cena &#8216;A vida das palavras de Stela do Patrocínio&#8217;, com texto de Viviane Mosé e direção de Haroldo Rego. Bruno de Sousa é o vencedor na categoria melhor cena pelo trabalho em &#8216;Benedita&#8217;, que tem interpretação, texto e direção do ator baiano. Parabéns a todos! Ainda não acabou, acesse o site e confira a programação do festival que vai até o dia 27/3!</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival Home Theatre tem o prazer de anunciar os vencedores da primeira edição do Festival Internacional de Cenas em Casa. O júri deu a carioca Raquel Rocha o prêmio de melhor interpretação pela cena &#8216;A vida das palavras de Stela do Patrocínio&#8217;, com texto de Viviane Mosé e direção de Haroldo Rego. Bruno de Sousa é o vencedor na categoria melhor cena pelo trabalho em &#8216;Benedita&#8217;, que tem interpretação, texto e direção do ator baiano. Parabéns a todos! Ainda não acabou, acesse o site e confira a programação do festival que vai até o dia 27/3!</p>
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		<title>Chuva de potencias na Mostra Homenagem</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 16:31:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Uma noite especial. Essa é a síntese do que aconteceu ontem (23), durante a abertura da “Mostra Homenagem”, do Festival Home Theatre, na casa do escritor e colunista Francisco Bosco. </p>
<p>Com um burburinho de convidados bebendo cerveja nas calçadas da pacata rua do Horto, uma chuva repentina os conduziu até a sala do anfitrião, onde o idealizador do Festival, o entusiasta Marcus Faustini os aguardava. </p>
<p>Faustini iniciou o ritual contando um pouco sobre o conceito do Home Theatre, a ideia de gesto estético e político, e a urgência de tirar o espectador do lugar de plateia, e coloca-lo no lugar de público. Na sequência, foi lido o Manifesto Home Theatre, que está sendo apresentado nas 50 casas que recebem o Primeiro Festival Internacional de Cenas em Casas do Rio de Janeiro. </p>
<p>Conduzida até a arena montada no meio da sala ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1566">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma noite especial. Essa é a síntese do que aconteceu ontem (23), durante a abertura da “Mostra Homenagem”, do Festival Home Theatre, na casa do escritor e colunista Francisco Bosco. </p>
<p>Com um burburinho de convidados bebendo cerveja nas calçadas da pacata rua do Horto, uma chuva repentina os conduziu até a sala do anfitrião, onde o idealizador do Festival, o entusiasta Marcus Faustini os aguardava. </p>
<p>Faustini iniciou o ritual contando um pouco sobre o conceito do Home Theatre, a ideia de gesto estético e político, e a urgência de tirar o espectador do lugar de plateia, e coloca-lo no lugar de público. Na sequência, foi lido o Manifesto Home Theatre, que está sendo apresentado nas 50 casas que recebem o Primeiro Festival Internacional de Cenas em Casas do Rio de Janeiro. </p>
<p>Conduzida até a arena montada no meio da sala do colunista, a Cia do Invisível encantou o público com a linda montagem de “O caso da vara”, de Machado de Assis, com direção de Alexandre Damascena. </p>
<p>Já do lado de fora, a Cia Capulanas mostrou embaixo de chuva, no quintal de terra molhada, toda a sua atitude política e o resgate a memória afetiva em uma apresentação de “Solano Trindade e suas negras poesias”, que dialoga com a ancestralidade e contemporaneidade por meio da musicalidade e coreografias corporais. </p>
<p>- Para mim foi um contraponto interessante o trabalho das duas companhias. A Cia do Invisível adaptou Machado de Assis, que é o crítico mais agudo das estruturas perversas da sociedade brasileira, e que fez essa crítica apropriando-se da linguagem culta de origem europeia (o realismo). Já as Capulanas questionam essa apropriação mesma, da parte de sujeitos que não se reconhecem plenamente nessas representações, e buscaram uma linguagem e uma tradição com que pudessem se identificar. Talvez Machado seja um ponto de intercessão nisso tudo, porque, apesar de se inserir numa tradição culta e cosmopolita, é de origem modesta, mulato, e nunca deixou de mostrar com precisão as contradições da estrutura em que viveu, e ainda vivemos – afirmou Francisco Bosco, acrescentando que o Home Theater é mais uma das manifestações da tarefa que se propõe o Marcus Faustini: Não aceitar as premissas culturais e sociais dadas e estabelecer novas formas de produção, novos agentes, outras representações e práticas sociais. </p>
<p>No bate-papo, os espectadores puderam conhecer um pouco mais sobre o trabalho dos dois grupos, que tem em comum o exercício do fazer teatral em casas das periferias das duas maiores metrópoles do Brasil.</p>
<p>Para o diretor Alexandre Damascena, o trabalho do Invisível é fazer com que as pessoas troquem e aprendam umas com as outras. </p>
<p>- A gente não quer aproximar as pessoas do teatro, mas sim, as pessoas das pessoas, e é por isso fazemos teatro dentro das casas – conta ele. </p>
<p>Com um trabalho que retrata as descobertas e preconceitos sofridos por mulheres negras, as Capulanas atuam com a ideia de colocar um holofote em questões ainda muito recorrentes na sociedade atual. </p>
<p>- Nós queremos compartilhar com as outras pessoas essa metamorfose que passamos, e por isso a abordagem dessa temática de forma poética – afirma a atriz Priscila Preta. </p>
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		<title>Conexão Pavuna-Catete</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 20:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Na letra de “Feirinha da Pavuna”, Jovelina Pérola Negra falava sobre uma confusão entre a dona cebola, seu pimentão, e o tomate, que afirmava também fazer parte do tempero&#8230; e no Festival Home Theatre &#8211; Primeiro Festival Internacional de Cenas em Casas do Rio de Janeiro, a história não é diferente. </p>
<p>A confusão artística que tomou de assalto 16 territórios da cidade, também chegou ao bairro da última estação da Linha 2 do metrô, na noite de ontem (22), com o encerramento da “Mostra Cenas em Casa”. </p>
<p>A casa de dona Emília, recebeu a cena “Ensaio sobre um Brasil pequeno”, do Rio Grande do Sul, já a aposentada Leila, assistiu a “Nilza”, dramaturgia do Rio de Janeiro, Beatriz, a cena “Onde está Lulu”, do Maranhão, e Simone Pazzini, “O faxineiro”, de São Paulo. </p>
<p>- Eu tinha noção do que era ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1557">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na letra de “Feirinha da Pavuna”, Jovelina Pérola Negra falava sobre uma confusão entre a dona cebola, seu pimentão, e o tomate, que afirmava também fazer parte do tempero&#8230; e no Festival Home Theatre &#8211; Primeiro Festival Internacional de Cenas em Casas do Rio de Janeiro, a história não é diferente. </p>
<p>A confusão artística que tomou de assalto 16 territórios da cidade, também chegou ao bairro da última estação da Linha 2 do metrô, na noite de ontem (22), com o encerramento da “Mostra Cenas em Casa”. </p>
<p>A casa de dona Emília, recebeu a cena “Ensaio sobre um Brasil pequeno”, do Rio Grande do Sul, já a aposentada Leila, assistiu a “Nilza”, dramaturgia do Rio de Janeiro, Beatriz, a cena “Onde está Lulu”, do Maranhão, e Simone Pazzini, “O faxineiro”, de São Paulo. </p>
<p>- Eu tinha noção do que era o teatro somente através do que eu via na televisão, e por isso nunca me interessei. Agora, depois da experiência de hoje, vou me esforçar para ver outras peças – comentou a aposentada Tereza de Jesus, de 64 anos, logo após assistir a montagem de “O faxineiro”. </p>
<p>Do outro lado da cidade, no Humaitá, a casa de Eliane Costa, recebeu o paulista de “Meu corpo noite a dentro”, no Flamengo, no apartamento de Jailson de Souza, rolou a baiana “Benedita”, e no Catete, Zé Marcelo assistiu com seus convidados a montagem carioca de “Sarau sanitário”. </p>
<p>Hoje o Home Theatre apresenta a “Mostra Homenagem”, com a Cia do Invisível, do Rio, e a Cia Capulanas, de SP, no bairro do Horto, e a “Mostra Competitiva”, com 21 cenas, no Instituto do Ator, na Lapa. </p>
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		<title>Maré de artes da Providência a Tijuca</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 18:37:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Já imaginou assistir a uma cena de teatro em uma casa que resiste as remoções por conta das obras do Teleférico do Morro da Providência, no Centro do Rio? Pois esse sonho se tornou realidade para uma parcela de moradores daquela região, na noite da última quinta-feira (21), quando o Festival Home Theatre montou o seu picadeiro. </p>
<p>A dramaturgia apresentada foi “O cárcere de Maria Aragão”, da maranhense Maria Ethel, de 69 anos. A atriz que também é assistente social, e se formou em teatro aos 54 anos, conviveu com a líder comunista Maria José Camargo Aragão, e através do teatro, homenageia a amiga e símbolo de luta. Após a apresentação, moradores, atriz, diretora e equipe confraternizaram. </p>
<p>Além dessa montagem, o Home Theatre recebeu as cenas “A vida das palavras de Stela do Patrocínio”, também na Providencia, “Transviado”, do cearense ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1553">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou assistir a uma cena de teatro em uma casa que resiste as remoções por conta das obras do Teleférico do Morro da Providência, no Centro do Rio? Pois esse sonho se tornou realidade para uma parcela de moradores daquela região, na noite da última quinta-feira (21), quando o Festival Home Theatre montou o seu picadeiro. </p>
<p>A dramaturgia apresentada foi “O cárcere de Maria Aragão”, da maranhense Maria Ethel, de 69 anos. A atriz que também é assistente social, e se formou em teatro aos 54 anos, conviveu com a líder comunista Maria José Camargo Aragão, e através do teatro, homenageia a amiga e símbolo de luta. Após a apresentação, moradores, atriz, diretora e equipe confraternizaram. </p>
<p>Além dessa montagem, o Home Theatre recebeu as cenas “A vida das palavras de Stela do Patrocínio”, também na Providencia, “Transviado”, do cearense Rodrigo Ferreira, na casa do ator performático Tetsuo Takita e “Trauma cha cha cha”, do paulista Limerson Morales, na casa de Pablo e Carlos Meijueiro, na Tijuca. </p>
<p>Já no Complexo da Maré rolou uma maratona de quatro cenas seguidas. “Mazela”, com o baiano Leandro Santolli, e as cariocas “Estátua”, com Fernanda Marques, “Curte ou compartilha”, com Camila Gamboa e Daivson Garcia, e “Sala de bate-papo”, com Ayres Filho e Francisco Salgado.   </p>
<p>- A cena foi tão forte que tinha gente pulado. A gente está acostumado a ver essa realidade, mas não tão abertamente. Me amarrei na cena, e na ideia do Festival &#8211; comentou Claudecir Dantas, o Briba, após assistir a “Mazela”, na casa de Douglas F. Santos, da Vila dos Pinheiros. </p>
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		<title>De Santa Cruz ao Vidigal, Home Theatre invade a cidade</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 17:08:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Dos trilhos da Central até a estação de Santa Cruz, passando pela Avenida Niemeyer em direção ao Vidigal, seguindo para a Lagoa na entrada do Rebouças, cruzando o Palácio do Catete e o Mercadinho São José, no bairro das Laranjeiras. Esse foi o itinerário do primeiro dia da “Mostra Cenas em Casa”, do Festival Home Theatre, que tem como propósito tirar o espectador do lugar de plateia, e o coloca-lo no lugar de público.  </p>
<p>Na casa da atriz Samara Martins, no Vidigal, as pessoas que assistiram a cena “Como a chuva nos faz falta”, eram praticamente todas de fora do Rio. Portugueses, cearenses, paulistas, riostrenses, e apenas uma carioca, que se encantaram com a sutileza da atriz Amanda Leal. </p>
<p>- Eu já tinha visto na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, em Portugal, uma mostra ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1548">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dos trilhos da Central até a estação de Santa Cruz, passando pela Avenida Niemeyer em direção ao Vidigal, seguindo para a Lagoa na entrada do Rebouças, cruzando o Palácio do Catete e o Mercadinho São José, no bairro das Laranjeiras. Esse foi o itinerário do primeiro dia da “Mostra Cenas em Casa”, do Festival Home Theatre, que tem como propósito tirar o espectador do lugar de plateia, e o coloca-lo no lugar de público.  </p>
<p>Na casa da atriz Samara Martins, no Vidigal, as pessoas que assistiram a cena “Como a chuva nos faz falta”, eram praticamente todas de fora do Rio. Portugueses, cearenses, paulistas, riostrenses, e apenas uma carioca, que se encantaram com a sutileza da atriz Amanda Leal. </p>
<p>- Eu já tinha visto na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, em Portugal, uma mostra que acontece em várias casas durante uma noite, mas o interessante do Home Theatre é essa itinerância pela cidade, em vários dias – contou o lusitano Rogerio Nuno Costa. </p>
<p>Já na casa da cineasta Helena Sroulevich, na Lagoa, a cena apresentada foi “Mc K_Bela”, com direção de Anderson Barnabé, e interpretação de Veruska Thaylla, que chamou a atenção pelo texto forte, e apresentação precisa. </p>
<p>- É a primeira vez que eu faço um monólogo, a primeira que eu me apresento em uma estrutura de casa, e quando comecei a ensaiar, já estava pensando em espaços alternativos. É muito rico para o ator ter essa possibilidade. O Festival está abrindo essa janela &#8211; disse Veruska Thaylla.</p>
<p>As outras cenas que rolaram na quarta-feira (20), foram “Amor próprio”, “A cena”, “Querida mamãe”, “Acorda amor”, “O casaco” e “Como matar baratas”. </p>
<p>O Home Theatre – Festival Internacional de Cenas em Casa, acontece de 19 a 27 de março, em 50 casas de moradores de 16 bairros da cidade do Rio. Toda a programação é gratuita.</p>
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		<title>Mostra Homenagem rola hoje e amanhã, no Horto</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 16:37:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Além da “Mostra Competitiva”, o Festival Home Theatre promove hoje (23) e amanhã (24), a “Mostra Homenagem”, em duas casas no bairro do Horto, Zona Sul da cidade. </p>
<p>Essa mostra é um programa único que reúne cenas da Cia do Invisível (RJ) e Cia Capulanas (SP), como reverenciadas do festival, por já desenvolverem pesquisas e ações de teatro em casa.</p>
<p>23 de março (sábado), às 19h
24 de março (domingo), às 19h
Local: Horto </p>
<p>Cena: Solano Trindade e suas negras poesias / Cia Capulanas (SP)
Duração: 30 min
Autor texto: Poesias de Solano Trindade, Elizandra Souza e Capulanas
Ator: Adriana Paixão, Débora Marçal, Flávia Rosa e Priscila Preta.
Diretor: Cia Capulanas
Sinopse resumida: “Solano Trindade e suas Negras Poesias&#8221; retrata a força da mulher negra.  As interpretes criadoras contribuem ainda com suas vivências narrativas traduzindo-as de forma poética. Retrata as descobertas e preconceitos sofridos às mulheres desde ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1539">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Além da “Mostra Competitiva”, o Festival Home Theatre promove hoje (23) e amanhã (24), a “Mostra Homenagem”, em duas casas no bairro do Horto, Zona Sul da cidade. </p>
<p>Essa mostra é um programa único que reúne cenas da Cia do Invisível (RJ) e Cia Capulanas (SP), como reverenciadas do festival, por já desenvolverem pesquisas e ações de teatro em casa.</p>
<p>23 de março (sábado), às 19h<br />
24 de março (domingo), às 19h<br />
Local: Horto </p>
<p>Cena: Solano Trindade e suas negras poesias / Cia Capulanas (SP)<br />
Duração: 30 min<br />
Autor texto: Poesias de Solano Trindade, Elizandra Souza e Capulanas<br />
Ator: Adriana Paixão, Débora Marçal, Flávia Rosa e Priscila Preta.<br />
Diretor: Cia Capulanas<br />
Sinopse resumida: “Solano Trindade e suas Negras Poesias&#8221; retrata a força da mulher negra.  As interpretes criadoras contribuem ainda com suas vivências narrativas traduzindo-as de forma poética. Retrata as descobertas e preconceitos sofridos às mulheres desde a infância até a fase anciã, dialogando ancestralidade e contemporaneidade por meio da musicalidade, coreografias corporais e poesias.</p>
<p>Cena: O caso da vara / Cia do Invisível (RJ)<br />
Duração: 30 minutos<br />
Autor texto: Machado de Assis<br />
Ator: Dejanine Braga, Tony Felix, Jones Martins, Alex Nanin, Monica Parreira e Marcos Ferreira<br />
Diretor: Alexandre Damascena<br />
Sinopse resumida: Família obriga o rapaz a estudar em um seminário, e ele não quer seguir a vida religiosa. </p>
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		<title>Festival Home Theatre oferece programação gratuita na Lapa</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 16:14:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Festival Home Theatre promove no sábado (23) e domingo (24), a &#8220;Mostra Competitiva&#8221; , no Instituto do Ator (Rua da Lapa, 161 &#8211; Lapa).</p>
<p>Todas as cenas inscritas na mostra “Cenas em casas”, concorrem a dois prêmios de R$5 mil, com exceção das dramaturgias convidadas: “Sala de bate-papo” e “Curte ou compartilha”. </p>
<p>Quer assistir? </p>
<p>As apresentações são gratuitas, com distribuição de senha 1h antes, à partir das 16h.</p>
<p>Programação completa:</p>
<p>SÁBADO:</p>
<p>HORÁRIO	        CENA	                                            	</p>
<p>16h &#8211; 16:30h	Trauma Cha cha cha &#8211; Limerson Morales  &#8211; SP
16:30h &#8211; 17h	Ensaio de um Brasil pequeno &#8211; Genifer ... <a href="http://www.festivalhometheatre.com.br/?p=1537">Read More &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival Home Theatre promove no sábado (23) e domingo (24), a &#8220;Mostra Competitiva&#8221; , no Instituto do Ator (Rua da Lapa, 161 &#8211; Lapa).</p>
<p>Todas as cenas inscritas na mostra “Cenas em casas”, concorrem a dois prêmios de R$5 mil, com exceção das dramaturgias convidadas: “Sala de bate-papo” e “Curte ou compartilha”. </p>
<p>Quer assistir? </p>
<p>As apresentações são gratuitas, com distribuição de senha 1h antes, à partir das 16h.</p>
<p>Programação completa:</p>
<p>SÁBADO:</p>
<p>HORÁRIO	        CENA	                                            	</p>
<p>16h &#8211; 16:30h	Trauma Cha cha cha &#8211; Limerson Morales  &#8211; SP<br />
16:30h &#8211; 17h	Ensaio de um Brasil pequeno &#8211; Genifer Gerthart &#8211; RS<br />
17h &#8211; 17:30h	Onde está Lulu &#8211; Ligia da Cruz &#8211; MA<br />
17:30h &#8211; 18h	Faxineiro &#8211; Roberto Borenstein &#8211; SP<br />
18h &#8211; 18:30h	Nilza &#8211; Marina Mercier &#8211; RJ<br />
18:30h &#8211; 19h	Benedita &#8211; Bruno Roberto &#8211; BA<br />
19h &#8211; 19:30h	Sarau sanitário &#8211; Marina Mara &#8211; RJ<br />
19:30h &#8211; 20h	Meu corpo noite adentro &#8211; Rafael Carvalho &#8211; SP<br />
20h &#8211; 20:30h	Acorda amor &#8211; Marcos Camelo &#8211; RJ<br />
20:30h &#8211; 21h	Querida Mamãe &#8211; Valmir Aleixo &#8211; RJ<br />
21h &#8211; 21:30h	Amor Próprio &#8211; Leandro Muniz &#8211; RJ<br />
21:30h &#8211; 22h	Como a chuva nos faz falta &#8211; Danilo Marques &#8211; RJ	</p>
<p>DOMINGO:</p>
<p>16h &#8211; 16:30h	O casaco &#8211; Vida Oliveira, com participação de Maisa Andrade, Luana Samico, Artur Souza e Bruno Petronilio &#8211; RJ<br />
16:30h &#8211; 17h	Como matar baratas &#8211; Nadja Dulci &#8211; RJ<br />
17h &#8211; 17:30h	Mc Kbela &#8211; Veruska Thaylla &#8211; RJ<br />
17:30h &#8211; 18h	A cena &#8211; Fernanda Sanchez, com participação de Bruce Gomlevsky, Regis Achcar de Faria, Marcos Breda e Leonardo Paes Leme &#8211; SP<br />
18h &#8211; 18:30h    A vida das palavras de Stela do Patrocínio &#8211; Maria Raquel &#8211; RJ<br />
18:30h &#8211; 19h	Carcere de Maria Aragão &#8211; Maria Ethel &#8211; MA<br />
19h &#8211; 19:30h	Transviado &#8211; Rodrigo Ferreira &#8211; CE<br />
19:30h &#8211; 20h	Mazela &#8211; Leandro Fontes &#8211; BA<br />
20h &#8211; 20:30h	Estatua &#8211; Fernanda Marques &#8211; RJ</p>
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